O que acontece a seguir ao bloqueio? Parte II
De qualquer forma e independentemente da curva que existir, focar o objectivo final e mentalizar o que pretendemos é algo fundamental. O que propomos a fazer tem como objectivo o bem-estar, tranquilidade, alegria interior. As mudanças que escolhemos têm como fundamentos a confiança e auto-estima. Pretendemos uma maior capacidade de criatividade, inspiração e concretização, bem como procuramos o sucesso.
1 - » capacidade de decisão.
2 - » capacidade de escolha.
3 - » capacidade de dizer não.
4 - » segurança interior.
5 - » alegria interior
6 - » satisfação interior.
Apesar de ser normal, ao tomarmos consciência da necessidade de quebrar um hábito, devemos ter em atenção dois pontos: humildade e tolerância. Para com a nossa decisão e para com todos os que se habituaram a uma nossa personagem. As origens podem ser diversas, mas a escolha que tomamos (conscientes ou não) são nossas para lidar e reorganizar. Ninguém poderá ser responsável por termos escolhido valorizar uma determinada atitude, palavra ou acontecimento. Aliás, o mais fácil e rápido será sempre lançar a responsabilidade para algo exterior. O momento, em que sentimos necessidade de abdicar de um hábito, leva a que a nossa atenção retome o caminho inicial. “Olhamos” para dentro, compreendemos que tudo se modifica e que tudo irá depender do que nos propusermos a ser. A atitude humilde e tolerante permitirá que a transição aconteça de uma forma mais fluida e natural.
Apesar de a ruptura originar, inicialmente, que se obrigue o físico, mental e emocional a mudarem o que se habituaram a ser, a humildade e tolerância irão possibilitar um maior equilíbrio interior. A capacidade de tomar decisões e manter o foco no objectivo pretendido, é fundamental para que se consiga dar o passo seguinte. Tudo, no fim, significa qual a atitude que adquirimos e nos propomos a ser.
Tornar-se feliz. Ser feliz. Fazer tudo para ser feliz. Esta capacidade irá reflectir-se em tudo o que se propor fazer e claro, a concretizar. Quebrado o hábito o rumo é tudo menos certo. As dúvidas e vontade de fugir ao que sentimos ser, será bastante forte. Á pergunta: “O que devo fazer?”, não existem respostas certas ou erradas, apenas possibilidades criadas. O que irão originar, quais as consequências, apenas se ficarão a saber com a passagem do tempo. Permitam que o vosso significado e atitude dêem o melhor de si. Caso acertarem “ao lado”, retirem ilações, desconstruam o que se passou e reorganizem-se para continuar a evoluir. Tudo, ao ser visto por um prisma de evolução interior, faz com que a transformação aconteça naturalmente.
Resumindo, para todos os que estão num ponto de transição. A consciencialização de um hábito negativo orienta a nossa atitude e o pensamento para a procura de um positivo. Será ele o objectivo, no qual devemos concentrar toda a nossa atenção. No percurso irão sentir a necessidade de relembrarem o porquê de estarem a quebrar e renascer. Sejam fortes e seguros, estamos todos em transição e juntos somos.
Grato pelo carinho que partilhamos.
Abraço para todos.
Nuno Esteves
Consultor de Bem Estar
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O que proponho é que crie uma ligação forte e definida ao que é, significa e se propõe.